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Os aterros sanitários implantados e sob a responsabilidade da Meioeste são ecologicamente corretos e considerados a melhor solução para o destino do lixo sólido. Eles seguem todas as regulamentações ambientais e dispõem de todos os controles necessários, com impermeabilização do solo, tratamento de efluentes, tratamentos físicos e químicos dos resíduos e monitoramento das águas do entorno do aterro.

 

Aterro Sanitário

Um aterro sanitário é um espaço destinado à deposição final de resíduos sólidos gerados pela atividade humana.
A base do aterro sanitário deve ser constituída por um sistema de drenagem de efluentes líquidos (chorume) acima de uma camada impermeável de polietileno de alta densidade - PEAD, sobre uma camada de solo compactado para evitar o vaza-mento de material líquido para o solo, evitando assim a contaminação de lençóis freáticos. O choru-me deve ser tratado e/ou reinserido ao aterro causando assim uma menor poluição ao meio ambiente.
Seu interior deve possuir um sistema de drenagem de gases que possibilite a coleta do biogás, que é constituído por metano, gás carbônico(CO2) e água (vapor), entre outros, e é formado pela decomposição dos resíduos. Este efluente deve ser queimado ou beneficiado. Estes gases podem ser queimados na atmosfera ou aproveitados para geração de energia.
Sua cobertura é constituída por um sistema de drenagem de águas pluviais, que não permita a infiltração de águas de chuva para o interior do aterro. No Brasil, usa-se normalmente uma camada de argila.
Um aterro sanitário deve também possuir um sistema de monitoramento ambiental (topográfico e hidrogeológico) e pátio de estocagem de materiais.